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'O Brasil não vai bem, mas a Bahia consegue ser pior. PT é o grande problema do Brasil e da Bahia', dispara Aleluia

'O Brasil não vai bem, mas a Bahia consegue ser pior. PT é o grande problema do Brasil e da Bahia', dispara Aleluia

Ex-deputado federal confirma pré-candidatura ao governo do Estado pelo Novo e diz que já está em articulação com a executiva nacional do partido

Por Redação

25/08/2025 às 09:44

Atualizado em 27/08/2025 às 10:00

Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputados

O ex-deputado federal José Carlos Aleluia voltou ao cenário político com a promessa de disputar o governo da Bahia em 2026 pelo Partido Novo. Em entrevista ao site Política Livre, o ex-parlamentar afirmou que já está em articulação com a executiva nacional da sigla e pretende estruturar uma chapa completa no estado.

Mesmo antes de formalizar a pré-candidatura, Aleluia já apareceu na última pesquisa Quaest com 1% das intenções de voto. O levantamento apontou liderança de ACM Neto (União Brasil), com 41%, seguido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), com 34%.

Ao justificar sua volta ao jogo, Aleluia fez duras críticas ao ciclo de quase 20 anos de administrações petistas na Bahia. "O Brasil não vai bem, mas a Bahia consegue ser pior do que todos os outros estados. Aqui não há ambiente favorável para expansão, crescimento, desenvolvimento ou geração de empregos", disparou. Para ele, o estado "está descendo a ladeira" sob a gestão de Jerônimo.

Mais identificado do que nunca com o campo conservador, Aleluia sinalizou que pode dialogar com outras forças da centro-direita, sem descartar uma composição com ACM Neto, João Roma (PL) ou até setores do PSD, que têm dado sinais de afastamento com o PT na Bahia. "Eu não vou descartar o apoio de ninguém. Eu só não posso ter o apoio do governo do PT. O PT é o grande problema do Brasil e da Bahia", apontou.

Como antecipado pelo Blog do Vila, o ex-deputado também admitiu que seu filho, o vereador Alexandre Aleluia (PL), pode migrar para o Novo e disputar uma vaga à Câmara Federal.

Sobre o motivo de voltar à cena após anos fora do protagonismo, Aleluia foi categórico: "Eu voltei pro jogo porque o time estava perdendo demais".

Nacional e Bolsonaro

No cenário nacional, Aleluia declarou apoio à pré-candidatura presidencial do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), mas não descartou convergência com outros nomes do campo de centro-direita, como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) ou Ronaldo Caiado (União-GO).

Questionado sobre uma eventual aliança com a família Bolsonaro, foi direto: "Eu sou amigo do presidente Bolsonaro, mas defendo ideias. E por isso estou indo para um partido que defende a liberdade e quer renovar a política".

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