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Plano A de Neto mantém Zé Ronaldo como vice, mas pesquisa vai medir desgaste em Feira

Plano A de Neto mantém Zé Ronaldo como vice, mas pesquisa vai medir desgaste em Feira

Aliados tratam Senado como fechado com Coronel e Roma, e avaliam que vaga de vice deve contemplar alguém do meio político com liderança e vínculo com o interior

Por Evilásio Jùnior

12/02/2026 às 06:00

Foto: Divulgação

Nos bastidores da pré-campanha ao Palácio de Ondina, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto mantém o desenho principal da chapa praticamente fechado — ao menos no papel. Aliados ouvidos pelo Blog do Vila afirmam que o plano A do pré-candidato do União Brasil para vice ainda é o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho.

O movimento, no entanto, ainda depende de cálculo político e de humor popular.

Zé Ronaldo quer entrar na disputa estadual, mas há um freio evidente: o receio de desgaste junto ao eleitorado feirense caso deixe a prefeitura antes do fim do mandato, uma vez que, em 2024, ele prometeu concluir a gestão. Em 2018, ele renunciou para disputar o governo e passou o bastão ao então vice Colbert Martins, pelo MDB. O histórico ainda ecoa na memória da cidade.

Agora, uma nova saída abriria espaço para o vice, o ex-deputado Pablo Roberto, hoje pré-candidato do PSDB à Câmara Federal — o que embaralha ainda mais o xadrez local.

Pesquisa vai bater o martelo

Para reduzir o risco de erro, o grupo encomendou uma pesquisa que mede especificamente o impacto da eventual renúncia. O blog apurou que o levantamento deve ser concluído entre os dias 8 e 10 de março e a decisão final passa pelos números.

Se a rejeição for considerada alta, o plano B entra em campo.

Alternativa no interior

Um dos nomes citados é o de Quinho Tigre, ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e ex-prefeito de Belo Campo, atualmente no PSD. Ele já sinalizou ao entorno de Neto que toparia integrar a chapa, mas teria que trocar de partido.

No Republicanos são mencionados os nomes dos deputados federais Márcio Marinho e Rogéria Santos e do ex-presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo.

Nas demais posições, o desenho majoritário, segundo os interlocutores, é tratado como “fato consumado”:

  • Neto na cabeça de chapa pelo União Brasil;
  • o senador Angelo Coronel em busca da reeleição pelo mesmo partido;
  • e a outra vaga ao Senado reservada ao presidente estadual do Partido Liberal, João Roma.

Nos bastidores, a avaliação é pragmática: mais do que nomes, a escolha do vice precisa somar território, estrutura política e capilaridade no interior. O resto é discurso.

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