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Geddel expõe conversas com Wagner e Coronel e amplia especulações sobre o Senado em 2026
Geddel expõe conversas com Wagner e Coronel e amplia especulações sobre o Senado em 2026
Ex-ministro elogia adversário e aliado e silencia sobre Rui Costa em meio à disputa que já provoca rearranjos nas bases governista e de oposição
Por Redação
28/02/2026 às 12:00

Foto: Joá Souza / GOVBA
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) voltou a movimentar os bastidores da política baiana ao tornar públicas conversas com dois personagens centrais da disputa pelo Senado em 2026: Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD).
A manifestação ocorre em meio à reorganização das chapas e ao afastamento de Coronel da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), após a consolidação do nome do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), como candidato governista à Câmara Alta do Congresso.
Em publicação nas redes sociais, Geddel relatou que começou o dia conversando com Wagner e fez questão de declarar apoio à reeleição do senador petista. Segundo ele, a torcida é para que o petista seja o senador mais votado na próxima eleição, em reconhecimento aos serviços prestados à Bahia.
De acordo com o emedebista, a conversa abordou diversos assuntos, entre eles a recente viagem ao município de Itapetinga. Wagner é candidato à reeleição e integra o núcleo central do grupo político liderado por Jerônimo.
O gesto chama atenção não apenas pelo elogio público, mas também pelo silêncio em relação a Rui Costa, outro nome do PT que disputará o Senado na mesma chapa governista e cuja entrada na corrida provocou o rompimento político com Coronel.
Na mesma publicação, Geddel revelou também ter conversado com Angelo Coronel, que concorrerá à reeleição no grupo de oposição liderado por ACM Neto (União Brasil).
O ex-ministro afirmou que trocou algumas ideias com o senador e destacou sua atuação municipalista, ao ressaltar que Coronel tem ajudado muito os municípios baianos. Geddel foi além e fez um comentário que repercutiu nos bastidores ao afirmar que o parlamentar está animado e otimista e acrescentar que ele deve dar trabalho.
A eleição deve ter, de um lado, Jaques Wagner e Rui Costa como representantes do grupo governista e, de outro, nomes ligados ao campo oposicionista, onde Coronel surge como peça estratégica, além do presidente estadual do PL João Roma.

